De Políticos a influencers: como a Postmetria pode te ajudar!

Hoje a Postmetria te convida, inicialmente, a fazer uma viagem no tempo: 2018… ano de eleições! Ruas invadidas por santinhos e cavaletes. Redes sociais em guerra ideológica.

Eleições Brasil. FONTE: bbc.com

O fator internet foi se consolidando como um grande diferencial durante esse período, pois deu espaço para discussões entre eleitores, exposição de opiniões, além do marketing eleitoral digital.

Dez anos antes, em 2008, a campanha de Barack Obama foi a primeira a explorar, de modo profissionalmente sistemático, as plataformas digitais. Sua estratégia para conseguir apoiadores usando listas de e-mail e virais foi tão assertiva, que hoje serve de modelo para marketeiros de todo o mundo.

Toda essa inovação na política, nos traz a noção de que uma campanha eleitoral também é um verdadeiro ciclo de vendas: um político é um vendedor tentando emplacar o seu produto. Ele monta diversas estratégias e canais de influenciação para ir atrás do prospect e tentar convertê-lo a todo custo. Contudo, fechar a venda pode não ser uma tarefa tão fácil, considerando que nesse caso, o produto é ele mesmo…

E não é só na política que vemos esse ciclo de incidência do “produto” indivíduo: a onda de destaque de personalidades na sociedade está cada vez mais presente. Os tão falados influencers têm roubado a cena nas redes sociais falando sobre os mais diversos assuntos: moda, economia, games, maquiagem, estilo de vida, entre muitos outros!

Análise de dados de personalidades

É aqui que entramos com a novidade da Postmetria!

A coleta e a interpretação, logo inteligência de mercado, a partir de dados de políticos, influencers e personalidades. Como citado acima, essa nova análise de “performance de marca” pode ser atingida com a nova métrica proposta pela nossa empresa: o People NPS , ou pNPS. Uma nova métrica que identifica, a partir dos comentários espontâneos e na escala NPS de 0 a 10, a reputação e o impacto de personalidades, como políticos, artistas, influenciadores, etc.

No caso da política, aqui na Postmetria, já trabalhamos com algumas campanhas eleitorais. Através da nossa coleta e interpretação de dados, auxiliamos políticos (candidatos, ou já eleitos) na análise da sua concorrência. E o interesse nesse tipo de análise é compreender as estratégias que os competidores utilizam, tanto quanto, conhecer mais detalhadamente o perfil e impacto dos comentários ofensivos, contra os candidatos concorrentes escolhidos para serem monitorados.

Além disso, também identificamos, nas campanhas políticas, o impacto de satisfação com as lives realizadas, por exemplo, e percebemos que muitos eleitores tiravam dúvidas em relação às propostas através das redes, o que nos forneceu uma visão geral imediata da resposta do público e do efeito dos temas do candidato, a partir dos picos e vales no scoring do pNPS.

Big Data e Estratégia Eleitoral

No contexto das campanhas eleitorais, o conteúdo espontâneo não-estruturado (CENE) do Big Data (ver mais aqui) pode ser utilizado, estrategicamente, para permitir que candidatos e suas equipes entreguem mensagens personalizadas e efetivas para o eleitorado.

Por exemplo, ao conhecer melhor os interesses do seu público alvo, será possível produzir temas para anúncios tão precisos, que se conectam com fãs e eleitores, representando suas preocupações sendo pautadas, tanto para lançamentos de eventos, quanto para a tomada de decisões do centro de comando de uma campanha. Com isso, aumenta-se o engajamento e também facilita-se a criação de estratégias para a conquista de novos fãs, ou reforço de pautas à grupos específicos, ou mesmo a identificação de novas conversões de oportunidades de votos.

Em eleições mais gerais, como para o cargo de presidente, a análise do CENE do Big Data permite aos candidatos detectar exatamente seus pontos fracos e, consequentemente, mudar a forma de interação com seus eleitores, de um modo que auxilie a atingir cada vez mais pessoas e seguir no caminho rumo à vitória.

Por isso, é importante usar o máximo de informações possíveis para entender exatamente onde está a raiz do problema e que tipo de propostas reverberam melhor com seu público-alvo. A principal vantagem de ferramentas que interpretam o Big Data, nesse sentido, é aprofundar a precisão do contexto, absorvendo a espontaneidade, inclusive apoiando na antecipação de possíveis crises.

Pois em tempos de fact-checking e de ultrapolitização por parte da população, raros são os casos de uma fala que passa sem o escrutínio público.

Assim sendo, quando candidatos conseguem acertar, não apenas no tom, mas, por embasamento informacional estratégico prévio, também no conteúdo da mensagem, suas chances de sucesso aumentam.

Campanhas de Sucesso

Na política, a campanha de 2012, que culminou na reeleição de Barack Obama consolidou o uso do Big Data no cenário mundial desse segmento. Desde então, tal recurso tem se tornado essencial para que cientistas políticos e marketeiros compreendam melhor as estratégias que podem trazer votos para os seus candidatos. Daí em diante, o Big Data passou a fazer parte do dia a dia das campanhas.

Trump, inspirado por seu predecessor, investiu em técnicas de Big Data, algumas bem controvérsias, buscando acima de tudo, aparições midiáticas espontâneas que pudessem impulsionar a sua mensagem. Para isso, o candidato contratou empresas de análise de dados e usou suas informações para definir perfis, comportamentos e padrões para moldar a sua mensagem política.

No Brasil, João Dória, recentemente eleito para o governo de São Paulo, é outro exemplo de político que se utilizou do grande volume, velocidade e variedade dos conteúdos da internet, ativando grandes recursos e equipes nesse sentido, desde a campanha para a prefeitura desta capital. 

#FicaDica…

Trabalhando com empresas e ferramentas especializadas em escalar a análise e interpretação dos dados espontâneos, descritivos, qualitativos e abertos do Big Data, o político, assim como personalidades em geral, não tomam decisões sem antes, durante e depois, analisar seu impacto no público alvo. Ativando e mantendo assim, uma capacidade de compreensão escalável de seus diversos canais de comunicação: em especial, o grande volume de opiniões das redes sociais. 

Com tais recursos e compreensão de prioridades, todo o trabalho dos times que promovem o sucesso de personalidades, buscando conectá-las cada vez mais com seus públicos, sejam fãs, eleitores, ou audiência crítica é facilitado, aumentando as chances de uma comunicação ganha-ganha.


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