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Data-driven: hein?!
2 de julho de 2018
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Data-driven: hein?!

 A quantidade de dados no mundo está dobrando a cada dois anos, e atingirá 40 trilhões de gigabytes em 2020, de acordo com estatísticas da consultoria Gartner – em 2020, a quantidade de dados no mundo terá aumentado 50 vezes desde 2011. Há dados demais para gerenciar e os processos para fazer isso vão ficando obsoletos rapidamente. É essencial atualizar continuamente a tecnologia e as operações de uma empresa e, por tabela, a maneira como ela interage com seus clientes, atingindo-os em cheio. Aí entra o Data Driven.

Resumindo, Data Driven é o marketing orientado por decisões e ideias que surgem da análise de informações coletadas sobre o cliente. É a base do chamado Machine Learning, que analisa a quantidade, mas valoriza a qualidade das informações. Um exemplo é a famosa sexta-feira de descontos que acontece uma vez ao ano, a Black Friday. Para otimizar as campanhas de marketing por e-mail e esquentar as vendas no dia promocional, redes de varejo fazem toda uma análise de dados dos clientes – e de prospects – para que a intervenção on line seja efetiva, direcionada às pessoas certas, no momento certo, com linguagem adequada para alcançar o objetivo de alavancar as vendas de determinados produtos que aquelas pessoas provavelmente estão em busca para compra.

Em uma estratégia de Data Driven, profissionais obtêm informações e tendências a partir da análise de dados gerados pela empresa ou pelo mercado, transformando-as em decisões. Com a disponibilidade de ferramentas amigáveis que fazem parte do processo de análise de dados e o uso de plataformas de automação de marketing, o Data Driven permite às marcas descobrirem quem está envolvido com seus esforços, em que canais e horários. Com essas informações, a empresa pode, por exemplo, concentrar seus esforços em meios mais corretos e momentos mais efetivos.

O Data Driven traz respostas a perguntas que podem decidir as ações da empresa e ditar o rumo dos negócios. Por exemplo:

– Qual cliente tem mais propensão a consumir meu produto ou serviço?

– Em que momento e lugar minha abordagem ao cliente será mais assertiva?

– Qual o perfil do público-alvo da minha campanha de marketing?

– Quais os fatores que tornam a concorrência uma ameaça ao meu negócio?

– Quais parceiros são confiáveis para trazer para junto da minha estratégia empresarial?

– Qual a dimensão do risco de se oferecer crédito a determinado perfil de cliente?

Assim, o método oferece elementos para decisões e abordagens mais acertadas, permitindo que as empresas errem menos em suas estratégias e liberem seus gestores para se concentrarem na gestão do negócio.

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